
Será que os brasileiros vão cai novamente nessa estória de "ícone da moralidade" e de "machão da eficiência"? Já não tivemos exemplos suficientes com Collor, com o Sarney e seus fiscais (na época do congelamento) e até com o próprio PT (que vivia de chamar para si a autoridade moral)?

A indústria do "emburrecimento" da população e da supervalorização do esporte e das artes como fórmula principal de os jovens se livrarem de um destino de miséria estão aí na mídia e nas salas de aula dando sua parcela de contribuição para a implantação desse modelo de "nação" que caberá ao Brasil no novo cenário mundial globalizado.
O dasafio daqueles que desejam um futuro diferente para nosso país é mostrar às pessoas que temos riqueza de material humano e de recursos naturais suficiente para não aceitar esse papel que nos vem sendo imposto de fora para dentro. Mas, quando é que nos livraremos das urnas eletrônicas sem voto impresso - etapa fundamental para que se inicie esta luta do Brasil pelo Brasil? Quando é que os poderosos brasileiros trabalharão por um Brasil poderoso?
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